O que é uma arena de futebol? Há uma diferença conceitual que as singulariza diante dos estádios que hoje o Brasil conhece. Além do uso básico e fundamental, garantir espaço para as partidas das seleções, as arenas viabilizam diversos espectros econômicos que sustentam o fluxo de visitantes durante os jogos de futebol.
Um dos setores que serão impulsionados por essas novas estruturas é o turismo, segundo Rodolfo Torres, Gerente do Departamento de Desenvolvimento Urbano e Regional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Elas constituirão um novo paradigma do futebol mundial: “Sem arenas, não teremos Copa. Elas integrarão o futebol à inserção sócio-esportiva dos visitantes, além da sustentabilidade ambiental. A Copa se espalha pela economia, o que é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada”, definiu.
Para o BNDES, esses equipamentos esportivos são prioridade de financiamento. Por intermédio do ProCOPA Arenas, o banco visa dar suporte à “construção de campos multiuso de tamanho padrão, o que gira em torno de 45 mil lugares, e autossustentáveis do ponto de vista das operações pós-Copa e do custo de manutenção da estrutura”, definiu.
Ao todo, o BNDES dispõe de R$ 4,8 bilhões para custeio de arenas brasileiras. O teto financiado será de R$ 400 milhões por estádio, com prazo de 15 anos para pagamento e até 3 anos de carência. A instituição financeira estima que com até R$ 530 milhões será possível erguer completamente uma arena com todas as especificações técnicas exigidas pela FIFA.
Assessoria de Comunicação do MTur
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